Na natureza, continuamente ocorrem transformações. Em muitas delas, uma matéria origina outra, num ciclo interminável. Esse tipo de transformação é conhecido por
FENÔMENO QUÍMICO e é explicado pela
QUÍMICA.
Nós já estudamos diversas transformações químicas. No corpo humano, por exemplo, ocorrem muitas delas. A digestão se faz por reações químicas, em que algumas substâncias são transformadas em outras. É o caso do amido, existente no pão e no arroz, que já na boca começa a se transformar, inicialmente em
MALTOSE, que terminará como
GLICOSE, no intestino.
A
QUÍMICA começou a existir como ciência somente no século XVII, época em que o inglês
ROBERT BOYLE publicou o livro
O QUÍMICO CÉTICO.
Embora Robert Boyle seja considerado o fundador da Química, mas é
LAVOISIER que é o "pai da Química", pois foi das contribuições desse cientista francês que a Química se desenvolveu de forma rápida e com características de verdadeira ciência.
Antes do surgimento da Química como verdadeira ciência, desde a Idade Média o homem praticava a ALQUIMIA, uma mistura de
ARTE e
MAGIA, com a qual se buscava obter certas transformações. Dentre elas, os alquimistas procuravam, principalmente, descobrir o
"ELIXIR DA LONGA VIDA" e a
"PEDRA FILOSOFAL".
O elixir da longa vida tornaria as pessoas eternas ou longevas, isto é, com vida muito longa; a pedra filosofal transformaria metais em ouro.
As preocupações com a saúde e com a duração da vida levaram ao desenvolvimento de um ramo da Alquimia conhecido como
IATROQUÍMICA. O termo grego
iatro significa
médico; assim, podemos entender que a iatroquímica é o ramo da Alquimia que se reocupa com os aspectos médicos das investigações.
A Alquimia não atingiu seus objetivos, mas colaborou para o conhecimento das propriedades de algumas substâncias.
REFERÊNCIA
VALLE, Cecília.
Tecnologia e sociedade, 8ª série -- 1. ed. -- Curitiba: Positivo, 2004, p. 11 e 12.